Somos uma empresa brasileira de investimentos e operacional, de propriedade privada, com foco na definição de um novo padrão para a indústria madeireira.

Controlamos e administramos o ciclo completo do processo a partir da seleção de espécies, árvores matrizes, sementes, mudas, formação e manejo dos povoamentos florestais, até o produto final ao consumidor. Cada árvore plantada em nossas fazendas passa por uma rigorosa seleção genética a fim de produzir madeira de alta qualidade.

Par a os plantios comerciais foram selecionadas trinta espécies ocorrentes na Mata Atlântica, onde para cada uma delas foram selecionadas sessenta matrizes de diferentes procedências. Essa variabilidade genética é necessária para: assegurar o fornecimento adequado de sementes, possibilitar a formação de áreas de coleta de sementes, implantar um programa de melhoramento florestal, e estabelecer uma reserva genética “ex situ” de cada uma daquelas espécies.

Utilizando espécies nativas, maximizamos o crescimento biológico e a adaptabilidade adequada ao meio ambiente.

Na formação dos povoamentos comerciais, são usados diferentes consórcios com aquelas trinta espécies e sempre entremeadas com leguminosas herbáceas e arbustivas, fixadoras de nitrogênio atmosférico. Esses consórcios, além de propiciarem benefícios aos elementos do sistema, oferecem diferentes cores e texturas do espectro madeireiro, diversificam o risco na comercialização, minimizam os efeitos das monoculturas tropicais e causam um impacto positivo na biodiversidade.

As espécies que estão sendo utilizadas nos consórcios foram as mais procuradas no comércio madeireiro e, praticamente, todas já estão indisponíveis comercialmente. Fica estabelecido a oportunidade do retorno desses produtos e agora de forma sustentável.

As Reservas Legais e Áreas de Proteção Permanente estão em conformidade ou excedem os requisitos da legislação municipal, estadual e federal. Nesses trabalhos de recomposição e restauração já foram utilizadas mais de cento e sessenta distintas espécies de Mata Atlântica, o que além de propiciar o retorno das funções ecossistêmicas, promove o resgate da biodiversidade.

O uso do solo anterior e predominante de nossas fazendas era a pecuária. Com base nessa característica, inicialmente se faz o inventário e em sequência o respectivo monitoramento da fauna e flora e dessa forma qualificar e quantificar os ingressos da biodiversidade que, paulatinamente, vem ocorrendo em nossas fazendas florestais.